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Câncer de pulmão: doença é evitável em 90% dos casos PDF Imprimir E-mail
Dicas de Saúde
Qua, 07 de Agosto de 2019 11:25

O câncer de pulmão é o segundo mais comum em homens e o quarto entre as mulheres no Brasil (sem contar o câncer de pele não melanoma), segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Cerca de 13% de todos os casos novos de câncer são de pulmão.

Apesar de ser um tipo frequente de tumor e de causar muitas mortes, o câncer de pulmão é uma doença evitável: 90% dos casos estão associados ao tabaco. Costuma ser diagnosticado depois dos 50 anos em 90% dos casos, especialmente na faixa dos 60 aos 70 anos.

Geralmente, os sintomas do câncer de pulmão aparecem apenas quando a doença já está avançada. Por isso, a minoria dos casos é diagnostica em fase inicial. Apesar de ser uma doença grave e agressiva, atualmente há muitos recursos para o tratamento.

 

FATORES DE RISCO

Confira abaixo os fatores que aumentam o risco de desenvolver câncer de pulmão:

  • Tabagismo, principal fator de risco para o câncer de pulmão e vários outros, como boca, garganta, faringe, laringe, estômago, fígado, pâncreas, rins, bexiga e leucemias. O tabagismo é responsável por cerca de 30% das mortes por câncer. O risco de um fumante desenvolver câncer de pulmão é de cerca de 20 a 60 vezes maior que o risco de um não fumante. Mesmo para o tabagista passivo, o risco é de pelo menos três vezes mais que o de uma pessoa não exposta à fumaça do cigarro. Quanto maior o consumo de tabaco, maior o risco de desenvolvimento do câncer de pulmão. O raciocínio inverso é verdadeiro: as pessoas que param de fumar reduzem consideravelmente o risco de desenvolver câncer.

  • Histórico familiar de câncer de pulmão.

  • Exposição a substâncias como radônio, arsênico, cromo, níquel, fuligem e amianto.

  • Radioterapia anterior na região do tórax.

  • Poluição do ar.

  • Doenças pulmonares como a tuberculose.

 

PREVENÇÃO

O câncer de pulmão não apresenta sintomas específicos ou característicos. Por isso, é preciso manter uma atitude proativa para não se expor ao principal fator de risco, que é o consumo de tabaco, seja na forma de cigarro, cachimbo, charuto, narguilé ou cigarro eletrônico.

É recomendável que pessoas com idade acima de 55 anos, fumantes com alta carga tabágica (acima de 30 maços/ano) e ex-fumantes que cessaram o tabagismo há menos de 15 anos façam exames de rastreamento periódicos, de acordo com orientação do médico.

 

Dr. Jefferson Luiz Gross - CRM 68099
Head do Núcleo de Pulmão e Tórax do A.C.Camargo.

 
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