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Dicas de Saúde
Qui, 29 de Junho de 2017 11:49

Quase todo mundo já passou por isso. É um parente ou amigo internado precisando de sangue e aquela correria nas redes sociais com apelos por doadores. Os bancos de sangue de todo o País vivem no limite e nas épocas de frio e de férias os estoques caem a níveis perigosos. E, em boa parte, isso ocorre porque o brasileiro, que é generoso, não tem o hábito de doar sangue regularmente e, quando muito, só o faz quando algum conhecido precisa.
Nos países desenvolvidos, entre 3% e 5% da população são doadores regulares de sangue – isto é, doam sangue periodicamente, duas vezes por ano ou mais – enquanto, por aqui, esse índice gira em torno de 1,5%, muito pouco para um País onde 3,5 milhões de pessoas precisam de transfusões anualmente. De acordo com o Dr. Rafael Colella, diretor de Hemoterapia e Terapia Celular do A.C.Camargo Cancer Center, alguns fatores ajudam a explicar essa diferença. “Em primeiro lugar, educação e informação. Nesses países, a importância da doação de sangue se aprende bem cedo, na escola. Outro problema é que, no Brasil, os governos fazem campanhas pontuais, uma vez ou outra, e não um incentivo contínuo à doação, ” destaca.
Outra diferença é que em países desenvolvidos são as comunidades que se mobilizam para promover a doação de sangue. “È um exemplo que poderíamos copiar facilmente, nas escolas, universidades, clubes, nas igrejas, nos condomínios e nas empresas”. Os pacientes oncológicos estão bem no alto da lista dos que mais precisam de glóbulos vermelhos, plaquetas e plasma durante o tratamento. Só no AC Camargo Cancer Center são 2.500 transfusões por mês e o hospital precisaria ter permanentemente de 1.500 a 1.700 doadores todos os meses.
Doar sangue não dói, não deixa a pessoa fraca, o sangue não “engrossa”, não “afina”, não “vicia”, todo material usado é descartável e, de quebra, o sangue doado é testado não apenas para checar o tipo (se é A, B, AB, O, Rh+ ou Rh-), mas também para uma série de doenças – entre elas Aids, hepatite, doença de Chagas e sífilis – e o doador é informado em casa sobre o resultado.  Ao ser cadastrado, o doador responde um questionário detalhado sobre seu histórico médico, se toma medicamentos, se passou por cirurgia, se teve alguma doença recente, que exames médicos fez nos últimos meses – há prazos diferentes para que as pessoas possam doar nessas situações.
Toda pessoa saudável, com mais de 16 anos e até os 60 anos, que pese mais de 55 quilos pode doar sangue e, quem tem mais de 60 e já doou sangue antes também pode continuar doando. Os menores de idade, claro, precisam da permissão dos pais ou responsáveis. Dependendo da medicação, até hipertensos controlados podem doar sangue, mas diabéticos e pessoas que estão com alguma infecção ou que tiveram câncer não podem. No site do AC Camargo Cancer Center, na página http://www.accamargo.org.br/servicos-especializados/banco-de-sangue/13/, há explicações detalhadas sobre quem pode e quem não pode doar. A cada doação, dependendo do peso, são coletados entre 400 ml e 450 ml de sangue, que não vão fazer falta: em 30 dias, as células-tronco da medula repõem tudo que foi doado sem problemas. Por lei, porém, os homens só podem voltar a doar depois de 60 dias e as mulheres, após 90 dias, porque elas têm níveis mais baixos de hemoglobina.
Para os pacientes oncológicos, as doações de sangue fazem toda diferença, principalmente porque a medicação causa queda no número de glóbulos vermelhos, plaquetas – fundamentais para a coagulação – e por causa do plasma. Então, é só arregaçar as mangas e passar bo banco de sangue do AC Camargo Cancer Center, Rua Professor Antônio Prudente, 211, Liberdade, de segunda a sexta, das 8h às 17h e aos sábados, das 8h às 15h.

 

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