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ISSEM Dicas de Saúde Câncer de tireoide é o mais comum entre os tumores de cabeça e pescoço
Câncer de tireoide é o mais comum entre os tumores de cabeça e pescoço PDF Imprimir E-mail
Dicas de Saúde
Ter, 01 de Agosto de 2017 15:36


Graças aos exames por imagem, ele vem sendo diagnosticado cada vez mais cedo.


Julho é o mês da conscientização dos cânceres de cabeça e pescoço, entre os quais o da tireoide é o mais comum. A tireoide é uma glândula que fica na parte da frente do pescoço, tem forma de borboleta, com dois lobos, um de cada lado e sua função é produzir hormônios que regulam o metabolismo. O câncer de tireoide é mais frequente entre as mulheres – de cada cinco pacientes, quatro são mulheres, geralmente na faixa dos 40 aos 50 anos e os homens entre os 60 e os 70 anos.
“O número de diagnósticos está aumentando, inclusive entre pessoas bem mais jovens, basicamente porque os médicos estão mais atentos ao câncer de tireoide e muitas vezes incluem exames de imagem para alguns pacientes. Por isso estamos detectando nódulos bem pequenos, em estágios iniciais em pessoas bem mais jovens”, explica o Dr. Thiago Chulam, membro titular do Departamento de Cabeça e Pescoço do A.C.Camargo Cancer Center. De acordo com ele, o câncer de tireoide mais comum, o papilífero, que atinge as células foliculares, tem mais de 90% de chance de sucesso no tratamento, e esse índice é ainda maior nos pacientes jovens.
Apesar de comum, ainda não se sabe quais os fatores que causam o câncer de tireoide e, por isso não há mudanças de hábitos que ajudem a prevenir a doença. Nos estágios iniciais não há sintomas, porém, o primeiro sinal de que há algo errado é o aparecimento de nódulos (ou gânglios) no pescoço, que podem ser causados por uma série de motivos, inclusive infecções, mas merecem uma consulta médica se não desaparecem em poucos dias e se continuam a crescer.
“O diagnóstico é feito através de biópsia por agulha fina que retira células dos nódulos identificados na tireoide, que são analisadas pelo patologista, que determina o risco de ser câncer ou não. É isso que vai determinar se o paciente vai ou não para a cirurgia”, explica o Dr. Chulam. No pré-operatório o paciente também passa por um exame das cordas vocais, porque há dois nervos atrás da tireoide que podem causar alterações temporárias na voz. É no centro cirúrgico, quando se retira e congela uma amostra do tecido, que o patologista faz sua análise e a equipe decide se remove um lobo ou toda a tireoide. É também esse exame que vai determinar o tipo de câncer e seu estadiamento, ou seja, em que estágio da progressão da doença o paciente se encontra. “O tratamento vai ser definido pelo tipo de câncer. No caso dos papilíferos também se decide se é necessário ou não um tratamento complementar”, diz o Dr. Chulam. Nestes casos, faz-se a iodoterapia, a ingestão de iodo radiativo, e o paciente precisa ficar isolado por poucos dias. As chances de sucesso no tratamento desse tipo de câncer são excelentes.

 

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