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Dicas de Saúde
Ter, 02 de Outubro de 2018 09:08

Outubro se tinge de rosa para nos lembrar da importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Sim, é preciso manter sua saúde em dia, fazendo os exames preventivos, se alimentando direitinho (muitas frutas, verduras, legumes, poucas gorduras), bebendo bastante água, evitando o álcool, ficando longe dos cigarros e, sempre, fazendo algum tipo de exercício. A partir dos 40 anos, faça mamografia todos os anos. E, sempre, fique de olho nos sinais e sintomas.

Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas do câncer podem variar, e muitas mulheres podem não apresentar nenhum deles. Mesmo assim, é importante reconhecer mudanças na mama, seja na cor, espessura ou tamanho. Procure um médico se observar alguns deles:
• Inchaço em parte da mama
• Irritação da pele ou aparecimento de irregularidades, como covinhas ou franzidos, ou que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja
• Dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro)
• Vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama
• Saída de secreção (que não leite) pelo mamilo
• Caroço nas axilas

O tratamento
Antes do início do tratamento, é importante discutir os objetivos e os possíveis efeitos colaterais com o médico.

As opções de tratamento dependem de vários fatores, como o tipo de tumor de mama, seu tamanho e a extensão de sua disseminação (classificado em diferentes estágios do câncer), idade, se está ou não em menopausa, informações sobre os receptores hormonais e expressão da proteína de HER2 do tumor. A pesquisa de mutações em genes relacionados aos cânceres hereditários também poderá fazer parte desta avaliação se houver indicação (por exemplo, mutações em BRCA1 ou BRCA2). Além do câncer, o plano de cuidados incluirá também o tratamento de efeitos colaterais.
Cada caso é um caso, cada paciente é único. Geralmente a cirurgia é indicada, mas existem diversas terapias, sozinhas ou combinadas, para os vários tipos de tumor. Podem fazer parte do plano de tratamento:
• Cirurgia
• Radioterapia
• Quimioterapia
• Terapia hormonal
• Terapia direcionada
• Ensaio clínico
• Cuidado paliativo

Câncer de mama e hereditariedade
Se você tem alguns parentes de primeiro grau com câncer de mama, ou se há pessoas jovens na família com câncer, é preciso consultar um geneticista especializado em câncer. Se muita gente na sua família teve ou tem câncer de mama ou um mesmo tipo de câncer em todos (tios, primos, pais, avós), ou mesmo que sejam tumores diferentes, também. O médico irá avaliar os laudos, exames e atestados de óbitos da sua família para validar se pode ser uma alteração genética e aí vai encaminhar você para testes genéticos. Uma das mais conhecidas é a síndrome de câncer de mama e ovário hereditários, relacionada à mutação nos genes BRCA1 e BRCA2. É a síndrome da atriz Angelina Jolie, que optou por retirar mamas e ovário depois que fez o teste genético. Mas a decisão sobre o que fazer deve ser discutida com o médico. Importante: os planos de saúde são obrigados por lei a cobrir o teste genético em pacientes específicos.
Estudos comprovam que apenas de 5% a 10%  dos casos são hereditários.

 

 

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